A OBRA DE DOSTOIÉVSKI

A OBRA DE DOSTOIÉVSKI, de Léon Chestov,
texto publicado nos Cahiers de Radio-Paris, nº 5, em 15 de maio de 1937,
a partir de série de cinco conferências transmitidas pela Radio-Paris
entre 03 de abril e 01 de maio de 1937 sobre a obra do grande escritor russo.
Léon Chestov influenciou vários filósofos e autores importantes, tais como Gilles Deleuze e Albert Camus. A obra de Chestov é profundamente marcada pela questão do confronto entre a fé e a razão.

Trecho do livro:
As Memórias do subsolo anunciam bruscamente ao leitor que, enquanto Dostoiévski escrevia seus outros livros, produzia-se nele uma das crises mais atrozes que o espírito humano poderia ser capaz de elaborar e suportar. Aquilo que Dostoiévski denominou “a transformação de suas convicções” não foi, em absoluto, um processo normal e indiferente, como poderia crer um observador leviano. Dostoiévski teve que extirpar de sua alma, por assim dizer, aquilo que organicamente fazia parte dela. O tom de Memórias do subsolo nos dá a prova disso. Desde o primeiro capítulo a tensão é tal que o autor é forçado a suplicar: “Um momento! Deixe-me tomar fôlego!”A OBRA DE DOSTOIÉVSKI, de Léon Chestov,
texto publicado nos Cahiers de Radio-Paris, nº 5, em 15 de maio de 1937,
a partir de série de cinco conferências transmitidas pela Radio-Paris
entre 03 de abril e 01 de maio de 1937 sobre a obra do grande escritor russo.
Léon Chestov influenciou vários filósofos e autores importantes, tais como Gilles Deleuze e Albert Camus. A obra de Chestov é profundamente marcada pela questão do confronto entre a fé e a razão.

Trecho do livro:
As Memórias do subsolo anunciam bruscamente ao leitor que, enquanto Dostoiévski escrevia seus outros livros, produzia-se nele uma das crises mais atrozes que o espírito humano poderia ser capaz de elaborar e suportar. Aquilo que Dostoiévski denominou “a transformação de suas convicções” não foi, em absoluto, um processo normal e indiferente, como poderia crer um observador leviano. Dostoiévski teve que extirpar de sua alma, por assim dizer, aquilo que organicamente fazia parte dela. O tom de Memórias do subsolo nos dá a prova disso. Desde o primeiro capítulo a tensão é tal que o autor é forçado a suplicar: “Um momento! Deixe-me tomar fôlego!

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R$28,00

Autor: LÉON CHESTOV
Tradutores: EDUARDO MAURICIO DA SILVA BOMFIM

Origem: NACIONAL
Editora: LUMME EDITOR
Edição: 1
Ano: 2017
Idioma: PORTUGUÊS
País de Produção: BRASIL
Altura: 18,00 cm
Largura: 12,00 cm
Peso: 0,70 kg
Complemento: NENHUM
Nº de Páginas: 60

Informação adicional

Peso 0.70 kg
Dimensões 0.2 × 12 × 18 cm